Domingo, 2 de Dezembro de 2007

Notas sobre a viagem

Apesar de vir para ca sozinho, eh inevitavel que se conhecam algumas pessoas.

 

Na Australia, principalmente no curso de mergulho - o Magnus Johansson (nome mais sueco nao ha) e o Dan, com quem fiz o curso. Em Sydney, num hostel, um holandes que estava la a procura de emprego. Na ilha norte da NZ, o Lucas, um alemao da cor do Mantorras que tocava guitarra espanhola e falava ingles sem qq sotaque e a Petra, uma eslovaca a viver em Sydney ha 4 anos e na NZ em trabalho, como agente de viagens a investigar possiveis destinos (ha trabalhos dificeis...). E, desde ha mais de uma semana, estou a fazer o caminho ate Queenstown com cinco ingleses, o Oli, o Joel, o Lee, a Andrea e a Jenny, e, durante alguns dias, com dois holandeses, o Jimmy (que esta a viajar ha 9 meses, 8 dos quais na America do Sul) e o Ruud (tipico).

 

De longe a maior parte das pessoas que tenho visto sao britanicas (mete-se para aqui ingleses, escoceses (o Scott), malta de Irlanda do Norte e do Pais de Gales (a Amelia)) - uns 70%. Depois os irlandeses, holandeses, alemaes, americanos e canadianos e temos 90%. O resto sao avulsos - um japones aqui, uma israelita (a Adi)  acoli, um dinamarques (Henryk Pedersen, outro nome que nao engana), uma francesa, uma suica...

 

Vi um espanhol, em Paihia. Italianos, nada. Portugueses entao... vi um casal com um filho no ferry de Wellington para Picton, mas estava entretido a ver a lagartagem.

 

Dos que tenho conhecido, grande parte aproveita o chamado visto de Working Holidays, que basicamente eh um visto de turista mas que permite trabalhar, em trabalho temporario, com algumas restricoes. Ah, e restricoes tambem para quem tem direito a ele. Nos nao (a Vera bem queria) e os espanhois tambem nao. Os holandeses, alemaes, ingleses, irlandeses, etc... sim.

Na Nova Zelandia principalmente, a oferta de empregos deste genero, eh enorme, desde trabalhos em cafes ou restaurantes, a apanha de fruta (a Naomi, uma japonesa, fez isso), qq pessoa com 22-23 anos que ca chegue arranja que fazer.

 

O Oli, o Joel e o Lee por exemplo, compraram o bilhete a volta do mundo em Marco, chegaram a Australia, arranjaram trabalho (seguros, hotelaria, restauracao, nada de especial), trabalharam durante 7 meses e agora viajam durante 3 ou 4. Uns dias na Australia, um mes na Nova Zelandia, dois meses na America do Sul.

 

Eh algo que em Portugal nao eh comum, mas que me provoca alguma inveja...


publicado por JNA às 10:10
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